Festa Estranha
Celebrando o melhor e o pior dos últimos 25 anos de música…Menos de 48 horas…
Saiba quais são os cuidados que você deve tomar nos próximos dois dias.
Ao que tudo indica, referências indiretas a músicas consagradas no repertório coletivo estão na moda. Depois da propaganda de uma loja da capital explorar o “Eu perguntava”, cuja continuidade roupa-novana “do you wanna dance” parece irresistível, é a vez de uma festa da cidade fazer o mesmo. A confraternização de aniversário de Morillo Carvalho, 25, leva o nome de “Festa Estranha”, e impossível não completar com o “com gente esquisita”, ao menos se você não conhece a Legião Urbana. O evento é a nossa dica de diversão para o fim de semana, e acontece sábado (31), no Clube da Imprensa.
Para quem vai, especialistas recomendam o uso de roupas leves, alimentação saudável e balanceada, muita água e exercícios físicos de baixo impacto pelas próximas 36 horas. Não é recomendável a prática de sexo selvagem, nem o abuso no consumo de cigarros, bebidas e se puder evitar as drogas, melhor.
Descansar antes de uma maratona como a Festa Estranha faz bem. O repouso assegura bom condicionamento físico para aguentar todas as agressões auditivas em doses cavalares e as horas e horas em pé, ao som dos DJs Raí e Di Ribeiro. Entre os cuidados com os ouvidos, nas próximas horas, aconselha-se música clássica: “é excelente para que os contrastes sonoros se acentuem no decorrer do evento”, salienta o otorrinolaringologista Cumpawash Gerasam.
Empecilhos
A estimativa do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para o sábado é de céu encoberto a nublado com pancadas de chuvas e trovoadas isoladas. A temperatura deve variar entre 18 e 27 graus. Chuvas e friozinho costumam provocar Bradypus tridatylus, a chamada preguiça. Para espanta-la, procure fazer alongamentos. Exercícios de concentração podem ajuda-lo a focar-se na noite impagável. Quanto à locomoção sob chuva, bastam alguns cuidados ao volante.
Divirta-se!
Morillo Carvalho, o aniversariante, conta que foi questionado sobre a escolha do tema “o melhor e o pior da música nos últimos 25 anos”, especialmente sobre a escolha das músicas trash. “Na hora nem soube responder. Mas a verdade é que a música trash é aquela da qual você não se desvencilha nunca, já que ela tem o poder de grudar na mente, bastando apenas ser ouvida uma vez”, defende. Mas ressalta: “não é apenas uma festa trash. Teremos um bom repertório dos últimos 25 anos, até para atender aos amigos que não gostam da proposta de dançar ao som de música ruim”.
Quem tiver interesse em participar, ainda pode confirmar no blog da Festa, monitorado praticamente 24 horas pelo aniversariante. No blog, está divulgado o set list parcial do que deve tocar, e há informações sobre toda a organização do evento. Se por qualquer motivo não for possível a comunicação prévia, você pode chegar ao local, pagar a taxa de adesão e levar a bebida, e depois… A ordem é pagar mico.
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SERVIÇO
Festa Estranha
31/10, a partir de 22h.
Clube da Imprensa
Entrada a R$10 + bebida
Fonte: site
AVISO IMPORTANTE
Bom, convites prontos, quase tudo bem certo pra Festa… Só SEIS dias. Pra requerer seu convite, mande-me um e-mail (morillo.carvalho@gmail.com), ok? Se você trabalha na EBC, os convites estarão a partir desta 2ª (26) à tarde com a Bia Arcoverde.
Mas o aviso importante é: essa taxa de adesão é pra alguns custeios. Teremos uma festa com comidas e som legal. A bebida também é por conta dos convidados, e devo destacar que:
- Você curte Bavaria, Nova Schin ou Kaiser? Se curte, parabéns, troféu estômago pra você. A maioria detesta (me incluo). Então se você curte ISSO, provavelmente também gosta de Skol, Antarctica, Itaipava e daí por diante, hã? Ao comprar a cerva pra levar, prefira essas últimas opções.
- DIGO ISSO porque não tem nada pior do que ir a uma festa/churras todo feliz e sorridente, levando sua cervejinha massa, e ver depois uma GALERA que levou cerveja quadrada tomando as suas. Bom senso, hã?
Eu sei, já escrevi sobre isso na parte de “Perguntas frequentes” deste blog. Mas nunca é demais ressaltar que cerveja ruim não pode nem deve entrar numa festa tão divertida.
ALIÁS, resolvi controlcezar/controlvezar o FAQ, já que pelas estatísticas do site, quase ninguém leu:
1 – Uma caixinha de cerva então?
Muito bem, garotinho(a). Mas na boa, não leve uma cerveja que você mesmo não tomaria. Deste modo, entende-se como vetadas as seguintes marcas: Kaiser, Brahma, Sol, Nova Schin e Bavaria. É de Skol e Antarctica pra cima, belê? Sabedoria popular é que diz: “não faça ao outro o que não desejas para ti”.
2 – Mas eu não bebo cerveja. O que levo?
Você não bebe, mas nós bebemos. Ou seja, leva cerveja! Brincadeira, leva o que curte beber, desde que outras pessoas possam beber também (enfim: uma garrafinha de Smirnoff Ice ou de Keep Cooler te satisfazem numa noite? Beleza, mas deixe a murrinhagem de lado e leve mais algumas – tipo pensamento de maconheiro: dividir para nunca faltar)
3 – Mas eu não bebo. O que levo?
Uma caixinha de leite de 1 litro, de sua preferência (rs). A regra é: leva o que for beber, o suficiente para não faltar. Se curte Coca-Cola, pra quê levar uma lata e não uma garrafa de 2 ou 3 litros?
4 – Vai rolar lanche pra matar larica?
Prepare-se para uma festa menos comida, mais bebida e diversão. Claro que vai rolar uns comes (inclusive podem sugerir), mas desapegue-se disso. Se fosse pra comer, chamava todo mundo prum motel restaurante.
5 – Auxílio de custo é obrigatório?
É, e acredito que não seja um grande problema pra você, certo? Enfim: um auxílio como este amortiza parte das despesas de uma boa festa de aniversário como a que quero fazer. Enfim: sabe como é pobreza / mesmo assim vontade de fazer um troço legal? Então.
6 – Tem estacionamento?
Sim, próprio e do lado de fora. Lá é bem sussa e fico de confirmar se vou conseguir o estacionamento interno.
7 – Lei Seca
Vou me sentir meio mal se neguinho for indo embora e, à medida do tempo, eu for sabendo que a geral tá sendo presa, multada, perdendo carteira de motorista, por causa da porra da Lei Seca. Então, solução. Determinada vez, fui a um show de van alugada. Custou 20 legais e eu fiquei feliz da vida. Mas só vou mexer com isso se nego quiser mesmo e me mandar um e-mail morillo.carvalho@gmail.com dizendo “Se arruma, tem espaço na vaan?”
CONVITES PRONTOS!
Ok, só alguns ficaram prontos, mas ficaram! Olha só: segunda entregarei vários na EBC, pra Bia Arcoverde (Radiojornalismo EBC). A adesão é 10 legais, mais a sua bebida. Lembrando que estão vetadas as seguintes cervejas: Bavaria, Nova Schin, Kaiser e Brahma. É de Skol pra cima, ok?
Outros interessados em participar, que não terão tempo de ir à EBC, ou que sequer sabem se EBC é de comer ou de passar no cabelo, basta que enviem um comentário aqui, com o endereço de e-mail, que eu entro em contato, ok?
Aos amigos que estarão viajando: quero que todos vão tomar nos meios dos olhos dos cús e dizer que é por isso que essa história de popularização da aviação civil é foda – qualquer feriadinho miserável, tão em Natal, Fortaleza ou Rio. hehehe, fica pra próxima!!
DJ Raí nas picapes, convites (quase) na área
Então, gente.
O dêjota Jan não vai poder mais tocar na minha festa Estranha, mas o espírito de Cumpa Wash sempre me acompanha e, via Twitter, conheci o DJ Raí e um pedaço de seu set incrível e totalmente apropriado para a ScaryPalooza. Assim, tudo certo.
Dentro de uma semana, convites na área, minha gente. Dézão + bebericos, ok? Alegria agora, agora e amanhã e diversão asseguradas entre 31/10 e 01º/11.
Ah, e se quiser transporte vip (sem risco de lei seca), avise já, pra providenciar a van, ok?
Mais sobre Cumpa(di) Wash(inghton) no blog de Paulo Ordinário, dedada aqui.
Alegria agora, agora e amanhã, alegria agora e depois de depois de depois de amanhã. Hahua.
Agressões auditivas em doses cavalares
Música é um negócio impressionante, né? Tem o poder de marcar épocas e fazer da sua vida alegria e inferno. Quer ver só? Tem música que gruda gruda na cintura da moleca na cabeça e não some nunca mais, como aquela que diz que o meu jeito de ser era você, era te amar, não era sofrer. E é só impressão minha ou música é um negócio que parece só PIORAR com o tempo? Ok, muita coisa boa rola, mas o amor não deixa quádruplo do que há de música boa, há de ruim. Muito ruim.
Os últimos 25 anos foram cruciais para esta constatação. Existia música ruim antes deste último quarto de século? Claro. Mas diz aí como piorou, hã? Pensando nisso tudo o que houve de muito bom e de muito ruim… Tchan-an! Resolvi dar uma festa lá no meu apê. A primeira festa da minha vida. Uma festa Estranha, com gente esquisita em que o grotesco e o desbunde sejam celebrados lado-a-lado.
Sabe porquê resolvi baixar o nível e botar a mão no joelho, dar uma abaixadinha celebrar o ridículo? Porque você pode ser o meu amigo mais culto, garboso e elegante, a menina mais engajada e militante, que se depois de três gorós você não passar debaixo da cordinha acompanhando a dança com a letra na língua, remexendo ao som do Gerá, ainda que azul de vergonha, você realmente nasceu em marte.
Ok, festa trash anda bem modinha em tudo que é canto, “divertidinho”… Mas esta não é a proposta da Festa Estranha. A proposta é superar o trash e agredir os ouvidos. A baixaria musical. Uma noite que faça o coração ficar pequenininho de saudades daquele tempo atrás, na Ilha do Sol em que você não pensava que o Mestre dos Magos poderia ser from hell e na vitrolinha, rolava coisas tipo Patrícia, antes de ser Marx. E na TV, Xuxa apenas subia na nave e ainda não via duendes, nem se preocupava em alfabetizar a filha em inglês.
A data? 31 de outubro de 2009, Clube da Imprensa, 21 horas. Dia das bruxas, Hallowen, etc, e a única coisa que te fará se lembrar do inferno é a péssima qualidade das canções para dançar. Uma festinha que não tem nenhuma pretensão de se tornar um grande evento, mas que vai sacudir, vai abalar, quando o meu amor fazer seu esqueleto se mexer como se não houvesse amanhã. Desde, claro, que você esteja coração e mente abertos para tal.
Adendo: vai rolar MUITA música boa também, relaxa senão não encaixa. Neste caso, a recomendação é: chegue cedo, antes da vibe positiva solta pelo ar galera ficar muito bêbada, amarga e começar a pedir “adocica, meu amor, a minha vida”.